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Óleo de unção, uma Bíblia aberta e ramos de oliveira num terraço de pedra com vista sobre Jerusalém

Casa da Unção

Como uso o óleo da unção durante a oração?

A unção com óleo durante a oração é um ato profético de fé: uma ação física através da qual exprimimos a nossa confiança naquilo que Deus estabeleceu no plano espiritual. O seu significado não reside no óleo em si, mas na realidade espiritual que representa. O óleo da unção é uma imagem visível da presença, da santidade e do fortalecimento do Espírito Santo. Antes de o usar, é importante compreender o que está a exprimir através do ato de ungir. Comece por direcionar a sua atenção para Jesus Cristo, reconhecendo a Sua autoridade e permitindo que a Sua Palavra oriente a sua oração. Para a unção pessoal, verta um pouco de óleo na mão e aplique-o suavemente no rosto, à semelhança de quem lava o rosto. Isto corresponde à forma de unção conhecida como mashah, que significa esfregar, passar ou deslizar a mão sobre algo. O Salmo 104:15 descreve o óleo que faz brilhar o rosto, enquanto Jesus se refere à unção pessoal em Mateus 6:17. O rosto resplandecente oferece uma imagem profética da glória e da luz de Deus que se tornam visíveis através de alguém cheio do Seu Espírito.

A oração e a unção nunca devem tornar-se duas atividades religiosas desligadas uma da outra. Pertencem juntas como expressões de fé no Deus vivo. O ato físico torna visível a nossa convicção interior, enquanto a oração e a Palavra de Deus proclamada exprimem a nossa dependência da Sua autoridade. É importante compreender a ordem: não nos ungimos na tentativa de fabricar uma realidade espiritual. Ungimo-nos porque cremos na Palavra de Deus e damos expressão visível a essa fé. O candelabro de ouro oferece uma bela ilustração. As suas lâmpadas necessitavam de um fornecimento contínuo de óleo para continuarem a arder (Exodus 27:20--21). Da mesma forma, dependemos do Espírito Santo para resplandecermos com a luz de Jesus Cristo. Durante a oração, a unção pessoal pode ser um momento para reconhecer a Sua presença, entregar-nos à Sua direção e exprimir a nossa fé na Sua obra dentro de nós. O propósito não é criar outro ritual religioso, mas cultivar uma relação viva com Deus em que a Sua Palavra e o Seu Espírito permaneçam centrais.

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