
RESTAURAÇÃOESTUDO 02
Restaurar o Poder de Deus: O Roubo de Três Práticas Vitais
Descubra o poder que a Igreja perdeu. Veja como a comunhão diária, a unção com óleo e a leitura da Palavra de Deus podem restaurar hoje a verdadeira autoridade espiritual.
Neste estudo
Se há uma coisa que verdadeiramente me enoja, são as regras e tradições da Igreja. É um espírito religioso que quer manter-nos presos a regras e leis que nunca foram impostas por Deus. Para efeitos deste estudo, vou mencionar algumas, mas apenas com o propósito de fazer notar um ponto, não para as encorajar ou lhes dar ênfase. O resultado mais notável e, no entanto, nada surpreendente, foi e muitas vezes continua a ser que os líderes da Igreja querem tornar a Igreja, o corpo de Cristo, dependente deles. Isto observa-se basicamente em todas as denominações, da Católica à Carismática. E está completamente em conflito com a vontade de Deus. Ouve: se queremos o mesmo poder e os mesmos resultados que a Igreja primitiva, é melhor começarmos a fazer o que ela fazia e a abandonar toda e qualquer forma de dependência de seres humanos, sejam líderes da Igreja ou não.
Um verdadeiro líder cristão apontará SEMPRE para Jesus e ajudará SEMPRE as pessoas a tornarem-se dependentes d'Ele, através do Seu Espírito Santo. Tudo o resto é engano e um espírito diferente do Espírito Santo. Somos chamados a obedecer aos nossos líderes e a orar por eles, e não estou a defender nenhuma forma de rebelião contra a autoridade. Mas quando descobres que a autoridade na tua Igreja te está a tornar dependente dos líderes, quando os líderes se colocam entre ti e Jesus, só tenho um conselho a dar-te: Foge. Porque, enquanto fizeres parte dessa Igreja, deves submeter-te à autoridade. Se essa autoridade não te torna dependente de Jesus, então o único caminho é afastares-te dessa igreja, para que deixes de estar sob essa autoridade e não tenhas de te rebelar. Guarda-te e permanece alinhado com a Palavra de Deus. Agora, vamos aprofundar.
Na Igreja cristã primitiva, os crentes viviam a sua fé através de três práticas diárias: celebrar a Ceia do Senhor, ler a Palavra de Deus e ungir-se com óleo. Não eram tradições vazias, mas sim atos de fé poderosos que ligavam as pessoas diretamente à presença e à força de Deus. Estas práticas podem ser vistas, por assim dizer, como "pontos de contacto" entre o mundo espiritual e as tuas circunstâncias naturais. Refletiam o padrão espiritual do templo do Antigo Testamento — expiação (o Sangue), purificação (a Palavra) e capacitação (a Unção) — e permitiam que cada crente experimentasse o poder de Deus sem depender de líderes religiosos. No entanto, no século IX, estas práticas foram retiradas por regras eclesiásticas criadas pelo homem, movidas pelo desejo de controlo, deixando a Igreja espiritualmente fraca e dependente dos seus líderes. Este estudo explora as evidências bíblicas e históricas de como estas práticas foram roubadas, o impacto devastador sobre a Igreja, e por que razão trazê-las de volta à vida diária é essencial para que todo o crente — jovem ou idoso — restaure a plenitude do poder de Deus. É um apelo ao regresso a uma fé vibrante e pessoal.
As Três Testemunhas: O Desígnio de Deus para o Poder
A Bíblia revela uma verdade profunda em 1 João 5:6-8: há três testemunhas no céu — o Pai, a Palavra e o Espírito Santo — que são Um, e três testemunhas na terra — o Espírito, a Água e o Sangue — que atuam em conjunto para trazer o poder de Deus às nossas vidas. Estas testemunhas terrenas são realidades espirituais, invisíveis mas presentes, e nós ligamo-nos a elas através de atos práticos de fé. Eis o que significam e como funcionam:
- O Sangue (a Ceia do Senhor): O Sangue de Jesus purifica-nos do pecado e assegura a nossa vitória sobre o inimigo (Efésios 1:7; Apocalipse 12:11). A Ceia do Senhor é a forma tangível pela qual nos ligamos a esta realidade espiritual, recordando o sacrifício de Jesus e recebendo o Seu poder (1 Coríntios 11:25). Jesus disse: "Se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o Seu sangue, não tendes vida em vós" (João 6:53), mostrando a sua importância para a vitalidade espiritual.
- A Água (a Palavra de Deus): A Água representa o poder purificador da Palavra de Deus, que purifica as nossas mentes e edifica a nossa fé (João 15:3; Efésios 5:26). A Palavra é como a água na bacia do templo, que preparava os sacerdotes para entrar na presença de Deus (Êxodo 30:18-20). O Salmo 119:9 pergunta: "Como purificará o jovem o seu caminho? Guardando-o conforme a Tua palavra" (Salmo 119:9). Mais ainda, e esta é a parte mais importante, Jesus é a Palavra (João 1:1-5). O contacto diário com a Escritura mantém-nos alinhados com a verdade de Deus, com Jesus Cristo, e abre a porta às Suas promessas (Romanos 10:17).
- O Espírito (a Unção com Óleo): O Espírito Santo capacita-nos, trazendo cura, libertação, restauração e ousadia (Atos 10:38). Ungir-se com óleo é o ato físico que nos liga ao poder do Espírito, um ato profético de fé na Sua presença (Isaías 61:3; Hebreus 1:9). Na Bíblia, o óleo era usado diariamente por pessoas comuns para manifestar a presença, o favor e a alegria de Deus (Salmo 104:15; Mateus 6:17). É um ato cheio de fé que convida o Espírito a agir em nós e através de nós.
Estas três testemunhas — Sangue, Água e Espírito — atuam em conjunto segundo o padrão do templo: expiação, purificação e capacitação. As três ligam-nos a um dos dons e à Pessoa de Jesus. Sem o Sangue, não podemos ser perdoados. Sem a Palavra, não podemos ser purificados. Sem a Unção, falta-nos o poder de Deus. A Igreja primitiva vivia este padrão diariamente, mas ele foi-lhe roubado, deixando os crentes desligados da força de Deus.
A Ligação Espiritual e Natural
A Bíblia ensina que o mundo espiritual corre em paralelo com o nosso mundo natural. O que acontece no plano espiritual torna-se visível no plano natural através da fé. Por exemplo, Isaías 53:5 diz: "Pelas Suas chagas fomos sarados", não "seremos sarados" nem "éramos sarados" (Isaías 53:5). Esta cura já está consumada no plano espiritual, e a fé — edificada através da Palavra de Deus (Romanos 10:17) — torna-a real nas nossas vidas. A Ceia do Senhor, a leitura da Bíblia e a unção com óleo são formas práticas de aceder a esta realidade espiritual como pontos de contacto físicos. Não são magia; são atos de fé que nos alinham com o poder de Deus, tal como a Igreja primitiva experimentou através da prática diária.
Como as Práticas Foram Roubadas
Nos séculos I a III, estas práticas eram centrais na vida cristã, acessíveis a todos os crentes, não apenas aos líderes. As evidências históricas e bíblicas mostram a sua importância e a forma como foram retiradas.
1. A Ceia do Senhor
- Prática primitiva: Os primeiros cristãos partiam o pão diariamente nas suas casas, o que constituía a Ceia do Senhor (Atos 2:46; Atos 20:7). A Didaquê (cerca de 90 d.C.) descreve orações para refeições comunitárias, mostrando a sua celebração frequente. Justino Mártir (cerca de 150 d.C.) refere reuniões semanais, mas mostra que as práticas domésticas eram comuns (Primeira Apologia).
- Roubo: No século IX, as Reformas Carolíngias centralizaram o culto, restringindo a Ceia do Senhor aos serviços da Igreja, liderados apenas pelos líderes. O Libri Carolini (cerca de 790 d.C.) enfatizava a uniformidade litúrgica, desencorajando as celebrações em casa (Reforma Carolíngia), sendo mesmo proibidas na maioria dos casos. O Quarto Concílio de Latrão (1215) limitou os leigos a uma comunhão anual (Quarto Concílio de Latrão). Isto tornou os crentes dependentes dos líderes da Igreja, desligando-os do poder do Sangue.
2. A Palavra de Deus
- Prática primitiva: Crentes como os bereanos estudavam diariamente a Escritura (Atos 17:11), usando o grego ou traduções locais. Escritos primitivos, como as cartas de Clemente de Roma (cerca de 96 d.C.), mostram a centralidade da Escritura na vida pessoal e comunitária (1 Clemente). O próprio Jesus foi muito claro sobre isto. Sem a Sua Palavra, é impossível dar fruto como Ele nos pede. Se a Sua Palavra não estiver em nós, então não estamos n'Ele. Isso torna-nos impotentes e impuros (João 15:1-8).
- Roubo: A Igreja adotou o latim como única língua litúrgica a partir do século IX, apesar de a maioria das pessoas não o entender. O Concílio de Tours (813 d.C.) permitiu a pregação nas línguas locais, mas manteve a Escritura em latim (Concílio de Tours). O Concílio de Toulouse (1229) proibiu os leigos de possuírem Bíblias, citando riscos de heresia (Concílio de Toulouse). Isto cortou os crentes do poder purificador da Palavra, tornando-os dependentes dos líderes da Igreja.
3. A Unção com Óleo
- Prática primitiva: Ungir-se era um hábito diário entre os judeus e os primeiros cristãos, manifestando alegria, favor e a presença do Espírito Santo. Mateus 6:17 mostra Jesus a instruir os discípulos a ungirem a cabeça enquanto jejuavam, para passarem despercebidos, provando que era uma norma diária (Mateus 6:17). Se deixassem de se ungir, isso sinalizava jejum ou luto, como se vê em 2 Samuel 14:2 e Daniel 10:3. O Salmo 104:15 louva o óleo por fazer resplandecer o rosto, e Eclesiastes 9:8 exorta: "Nunca falte óleo sobre a tua cabeça". Marcos 6:13 regista os discípulos a ungir os doentes, e Tiago 5:14 estende isto aos presbíteros, mas o uso pessoal era generalizado. A Tradição Apostólica (cerca de 215 d.C.) descreve os crentes a trazerem óleo para os serviços para bênção, usando-o depois diariamente em casa. Para mais informação, lê o livro 'The Anointed Bride'.
- Roubo: As Reformas Carolíngias restringiram a unção aos líderes da Igreja para uso sacramental, principalmente para os doentes, como se vê no Sacramentário Gelasiano (cerca de 750 d.C.). No século XI, a unção ficou limitada aos moribundos ("Extrema-Unção"), e o uso pessoal foi proibido. O Concílio de Trento (século XVI) formalizou isto, reservando o óleo apenas aos líderes da Igreja. Mais uma vez, isto deixou as pessoas dependentes dos líderes da Igreja e cortou os crentes da capacitação do Espírito. Estás a começar a ver o padrão aqui?
A Força Motriz: Controlo e Corrupção
Proibir estas três coisas teve um efeito extremamente nocivo: colocou os líderes da Igreja entre o povo e Deus, tentando por todos os meios tornar impossível uma ligação direta. O roubo foi motivado pelo desejo de controlo, contra o qual a Bíblia alerta como uma forma de manipulação (Gálatas 5:1). Os líderes da Igreja, influenciados por alianças políticas com o Império Carolíngio, centralizaram o poder para manter a sua autoridade, refletindo as forças religiosas e políticas que se opuseram a Jesus (Mateus 23:13-15; João 19:12-15). Ao restringir estas práticas, tornaram os crentes dependentes de si próprios, minando o sacerdócio de todos os crentes (1 Pedro 2:9). O inimigo usou isto para enfraquecer a Igreja, pois uma Igreja impotente não representa qualquer ameaça (2 Timóteo 3:5).
O Impacto: Uma Igreja Sem Poder
A perda destas práticas, e esta busca diabólica pelo controlo, teve consequências profundas:
- A Ceia do Senhor: Sem a comunhão diária, os crentes perderam a ligação ao Sangue, enfraquecendo a sua vitória sobre o pecado e Satanás (Apocalipse 12:11).
- A Palavra de Deus: Sem acesso à Escritura, os crentes não podiam ser purificados nem crescer na fé, ficando vulneráveis ao engano (Oseias 4:6).
- A Unção com Óleo: Sem a unção pessoal, o poder do Espírito Santo desvaneceu-se, reduzindo os milagres e a ousadia (Atos 4:31).
- Dependência dos Líderes: Os crentes passaram a depender apenas dos líderes da Igreja para a vida espiritual, contrariando o acesso direto que Deus pretendia (João 16:13).
- Religião Vazia: A Igreja tornou-se uma casca vazia, centrada em regras em vez de fé, tal como os fariseus que Jesus repreendeu (Mateus 23:27).
Com o Grande Cisma (1054) e a Reforma (século XVI), estas práticas foram largamente esquecidas, e os membros da Igreja tornaram-se fáceis de manipular. Mesmo a reversão da Igreja Católica no século XX (Vaticano II) apenas restaurou a unção dos doentes, não o uso pessoal diário. Muitas Igrejas modernas ainda limitam ou ignoram estas práticas por ignorância ou tradição.
Por Que a Restauração Importa
Trazer de volta estas práticas não é sobre seguir regras — é sobre viver a fé como os primeiros cristãos. Elas restauram a nossa ligação direta a Deus e libertam o Seu poder. Acreditas nisso?
1. Ligação Direta a Deus
A Bíblia chama todos os crentes de sacerdotes (1 Pedro 2:9), significando que não precisamos de intermediários para chegar a Deus. A Ceia do Senhor, a Palavra de Deus e a unção com óleo de unção permitem-nos experimentar a Sua presença diretamente. João 16:13 promete que o Espírito Santo nos guiará em toda a verdade. A unção, em particular, convida o poder do Espírito sem depender de líderes, quebrando o controlo que enfraqueceu a Igreja. Isto não significa que não precisamos de líderes ou de ensino, significa que não devemos depender dos líderes da Igreja ou do seu ensino, sem o testarmos nós próprios (1 João 2:27).
2. Libertar o Poder de Deus
Cada prática liga-nos a uma testemunha espiritual:
- O Sangue (a Ceia do Senhor) garante o perdão e a vitória (Efésios 1:7).
- A Água (a Palavra de Deus, o próprio Jesus) purifica e edifica a fé (Efésios 5:26).
- O Espírito (a Unção) capacita-nos para a cura, a libertação, a restauração e a ousadia (Atos 10:38; Isaías 10:27).
Juntas, seguem o padrão do templo, o próprio padrão do Céu, tornando real o poder de Deus nas nossas vidas, como se viu nos milagres da Igreja primitiva (Atos 4:31). Pois o templo terreno foi feito à imagem do Céu.
3. Libertar-se do Controlo
As regras da Igreja criaram dependência, mas estas práticas capacitam todo o crente. A unção com óleo, em especial, era um ato diário que declarava o favor e o Espírito de Deus, não restrito aos líderes (Salmo 104:15; Mateus 6:17). Restaurá-las liberta-nos do controlo humano e demoníaco e alinha-nos com o desígnio de Deus.
4. Viver Como Jesus
Jesus modelou estas práticas. Partiu o pão com os discípulos (Lucas 22:19), ensinou a Palavra (João 15:3) e foi ungido pelo Espírito (Atos 10:38). Os Seus discípulos ungiam-se diariamente, mesmo durante o jejum, para mostrar normalidade (Mateus 6:17). Seguir o Seu exemplo significa viver uma vida cheia de fé, não presa a regras.
Respondendo a Objeções
-
Objeção: Isto são rituais religiosos.
- Resposta: Feitos com fé, são atos de confiança, não de legalismo (Romanos 14:23). Jesus modelou-os como expressões naturais da fé.
-
Objeção: O uso pessoal carece de supervisão.
- Resposta: É precisamente esse o ponto. Os crentes devem ser livres de controlo. Todos os crentes são sacerdotes com acesso direto a Deus (1 Pedro 2:9). Os primeiros cristãos praticavam isto livremente (Atos 2:46).
-
Objeção: A unção é apenas para os doentes.
- Resposta: A Escritura mostra a unção diária para a alegria e a consagração (Salmo 104:15; Eclesiastes 9:8; Mateus 6:17), não apenas para a cura.
Como Restaurar Estas Práticas
Eis como qualquer pessoa — jovem ou idosa — pode trazer de volta estas práticas:
- A Ceia do Senhor: Não precisas de a fazer de forma formal ou segundo regras. Pega simplesmente num pedaço de pão e vinho (ou sumo de uva). Diz a bênção sobre eles em nome de Jesus. Agradece-Lhe pelo Seu corpo e come o pão. Agradece-Lhe pelo Seu sangue e bebe o vinho. É só isso. Não compliques, deixa que seja um simples ato de obediência e dependência d'Ele.
- A Palavra de Deus: Pede a Jesus que se revele a ti. Lê a Palavra de Deus. Não a leias apenas, começa a meditar nela. Pergunta a Deus o que Ele quer dizer-te com isto (Salmo 119:18). Agradece-Lhe pela Sua Palavra. Faz isto diariamente.
- A Unção com Óleo: Obtém óleo de unção (ou azeite), aplica-o na tua cabeça e diz simplesmente: "No poderoso nome de Jesus Cristo." Agradece ao Espírito Santo pela Sua presença na tua vida e por te ajudar a tornares-te cada dia mais semelhante a Jesus. Esta era a prática normal dos primeiros cristãos (Mateus 6:17; Tradição Apostólica).
O inimigo usou líderes corruptos no século IX para roubar a Ceia do Senhor, a Palavra de Deus e a unção com óleo, tornando os crentes dependentes de si próprios e roubando à Igreja o seu poder. Não te enganes, o mesmo ainda acontece hoje em muitas Igrejas. Estas práticas — enraizadas nas três testemunhas de 1 João 5:6-8 — ligam-nos ao Sangue, à Palavra e ao Espírito de Jesus, libertando a Sua força nas nossas vidas. Restaurá-las não é sobre religião, mas sobre viver uma fé como a de Jesus e da Igreja primitiva. Ao celebrarmos a Ceia do Senhor, lermos a Bíblia e ungirmo-nos diariamente, libertamo-nos do controlo, reconectamo-nos com Deus e vemos o Seu poder — milagres, cura e ousadia — fluir novamente. Sigamos o exemplo de Jesus e vivamos a vida poderosa que Deus pretendeu.
Fala Sobre Isto:
- Como é que estas práticas te ajudam a sentir-te mais próximo de Deus?
- O que poderia impedir-te de as experimentar, e como podes superar isso?
- Como poderiam estes hábitos mudar a tua vida ou a tua comunidade?
Escrituras-Chave:
- Ceia do Senhor: João 6:53; Atos 2:46; 1 Coríntios 11:25
- Palavra de Deus: Salmo 119:9; João 15:3; Efésios 5:26; Oseias 4:6
- Unção: Salmo 104:15; Eclesiastes 9:8; Mateus 6:17; Marcos 6:13; Tiago 5:14; Isaías 10:27; Isaías 61:3
- Três Testemunhas: 1 João 5:6-8; João 1:1-5; Romanos 10:17
ROBIN PRIJS
love-unlimited.org
PRÓXIMO ESTUDO · 27 MIN DE LEITURA
